"Porque o Senhor teu Deus te abençoou em todas as tuas empresas e

velou sobre ti durante a tua marcha atráves desse vasto deserto. Eis

já quarenta anos que o Senhor teu Deus está contigo e nada te faltou."

 

Deuteronômio 2.7

40 anos

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Bloco Estrutural

Sistema Convencional:                        Sistema da Alvenaria estrutural:


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quando comparada às formas tradicionais de construção, a Alvenaria Estrutural permite uma redução de até 20% no custo total das obras habitacionais e comerciais.

A Cincera oferece um sistema construtivo com blocos cerâmicos estruturais produzidos dentro dos mais rígidos padrões de qualidade e atendendo rigorosamente os critérios de norma.

Enquanto os processos tradicionais de construção envolvem o cumprimento de etapas que, além de mais tempo, exigem a utilização de um número maior de materiais, o sistema construtivo Estrutural fornece soluções rápidas e práticas que reduzem significantemente os custos finais da construção, evitando desperdício de material e mão-de-obra.

Etapas do Sistema Convencional:

1 - Fabricação das colunas
2 - Confecção de fôrmas de madeira
3 - Barra de ferro de diversas formas e espessuras
4 - Concreto para preencher formas de madeira
5 - Retirada das fôrmas e escoramento após o mínimo de 20 dias
6 - Construção das paredes com tijolos ou blocos
7 - Aplicação de chapisco, massa grossa ou massa fian para a execução do revestimento.

Etapas do sistema da Alvenaria Estrutural:

1 - Construção das paredes em blocos cerâmicos estruturais, substituindo as colunas e vigas de concreto armado.
2 - Aplicação dos revestimentos com espessura mínima.

* Nas paredes externas pode-se aplicar massa tradicional ou optar pela aplicação de texturas direto no bloco que já vem coloridas e impermeabilizadas.
*Nas paredes internas, onde não haja azulejos, pode-se aplicar gesso diretamente sobre os blocos e conseguir um acabamento liso para pintura.

 

Medidas Carga Peças m/2 Peso Kg
Est. 14 x 19 x 14.5 5.200 -- 2,900
Est. 14 x 19 x 29 2.600 17 5,800
Est. 14 x 19 x 44 1.700 -- 8,700

 

1 - Argamassa de assentamento e graute

A argamassa de assentamento desempenha diversas funções na alvenaria estrutural, dentre as quais destacam-se:

a) Solidarização dos blocos;
b) Absorção dos esforços originados pela movimentação da estrutura;
c) Distribuição uniforme dos esforços nas paredes, impedindo a transmissão de cargas concentradas originadas pelas variações dimensionais dos blocos;
d) Acomodação das armaduras horizontais.

 

2 - Concreto graute

O graute é um microconcreto que serve para preencher as cavidades dos blocos onde são acomodadas as armaduras verticais e as amarrações das paredes através de grampos. Serve também para suprir as deficiências locais da argamassa de assentamento ou dos blocos.

 

3 - Assentamento

A colocação da argamassa nos blocos pode ser feita de duas maneiras, segundo observação do projetista:

Ferramentas utilizadas: bisnaga, colher meia cana ou tradicional colher de pedreiro.

Nos extremos das paredes, podem ser assentadas várias fiadas para facilitar a colocação das linhas. Os blocos dos cantos deverão ser assentados com o auxílio do escantilhão e régua técnica de prumo e nível.

Tratando-se de alvenaria aparente, recomenda-se que o frisamento seja executado antes do endurecimento total da argamassa de assentamento.

A limpeza pode ser efetuada após o frisamento utilizando-se pano grosso ou esponja seca, evitando-se com isso produzir manchas (esbranquiçamentos) sobre os blocos. Permanecendo restos de argamassa endurecida que venham a formar crostas sobre a alvenaria, recomenda-se a utilização de escova de aço com cerdas finas.

 


 

4 - Colocação das armaduras e graute

Quando o projeto estrutural prevê a utilização de enrijecedores verticais (pontos de graute), a colocação das armaduras deve ser precedida da limpeza das rebarbas de argamassa dos furos e abertura das espias na base das paredes, para controle da chegada do graute até o fundo do furo.

O lançamento do graute, efetuado após a limpeza do furo, deve ser feito no mínimo após 24 horas do assentamento dos blocos. A altura máxima de lançamento é de 3m. Recomenda-se, no entanto, lançamento de alturas não superiores a 1,40m com graute auto-adensável.

 
 





5 - Amarração das paredes

Pode ser de três tipos: direta, com ferros em formato de "L" e com ferros em gancho.

Amarração Direta

Esxecutada através do entrelaçamento dos blocos, este tipo de amarração só é possível em blocos cuja a largura tenha valor da metade do comprimento utilizado na modulação. Ex: Blocos da linha 15x20x30 ou 20x20x40.

Obs.: Nas alvenarias com ferragem vertical, este tipo de amarração proporciona economia de graute, ferragem vertical e grampos.

Amarração com ferros em "L" ou com ganchos

A amarração com ferros em "L" ou ganchos é usada quando o bloco a ser utilizado não permite amarração direta. Os ferros utilizados são do tipo CA-50 e bitola de 5mm; essas amarrações deverão ser feitas alternadamente a cada duas fiadas, entre as juntas.


 

 
 

 

6 - Vergas e contravergas em canaleta "U"

Nas aberturas de portas são colocadas vergas, e nas janelas, vergas e contravergas (recomenda-se apoio lateral maior ou igual a 30cm).

 
 
 
 
 
 
 
 






7 - Cintas de amarração (apoio de lajes) em canaletas "J " e "U"

São utilizadas em toda a extensão das paredes estruturais. Nos casos de lajes pré-fabricadas ou lajes-painel, recomenda-se as canaletas com concreto até a altura das mesmas, garantindo a solidificação com a parte superior através de estribos e arranques.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

8 - Tubulações embutidas

Recomenda-se não utilizar cortes horizontais e transversaís. Para as instalações elétricas e de telefonia deve-se utilizar os próprios furos dos blocos.

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